• A voz do inconsciente é sutil, mas ela não descansa até ser ouvida

    Sigmund Freud
  • Acordar para quem você é, requer desapego de quem você imagina ser

    Allan Whatts
  • O pensamento é ensaio da ação

    Sigmund Freud
  • A inteligência é o único meio que possuímos para dominar os nossos estintos

    Sigmund Freud
  • A angustia não se resolve, se dissolve nas palavras.

    Jacques Lacan
  • Pensar é o trabalho mais difícil que existe. Talvez por isso tão poucos se dediquem a ele.

    Henry Ford
  • A maneira de ajudar os outros é provar-lhes que eles são capazes de pensar.

    Dom Hélder Câmara
  • Todo amor é recíproco, mesmo quando não é correspondido.

    Jacques Lacan
  • Penso onde não sou, portanto, sou onde não penso.

    Jacques Lacan
  • Se as coisas vão mal fora de você, é porque tem á alguma coisa errada dentro de você mesmo.

    Henry Ford
  • Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons.

    Sigmund Freud
  • Amar é dar o que não se tem a alguém que não o quer.

    Jacques Lacan

Biblioteca > Biografia dos Autores


Nascimento: Paris, 13 de abril de 1901

Morte: Paris, 9 de setembro de 1981) foi um psicanalista francês.







Jacques-Marie Émile Lacan

Formado em Medicina, passou da neurologia à psiquiatria, tendo sido aluno de Gatian de Clérambault. Teve contato com a psicanálise através do surrealismo e a partir de 1951, afirmando que os pós-freudianos haviam se desviado, propõe um retorno a Freud. Para isso, utiliza-se da lingüística de Saussure (e posteriormente de Jakobson e Benveniste) e da antropologia estrutural de Lévi-Strauss, tornando-se importante figura do Estruturalismo. Posteriormente encaminha-se para a Lógica e para a Topologia. Seu ensino é primordialmente oral, dando-se através de seminários e conferências. Em 1966 foi publicada uma coletânea de 34 artigos e conferências, os Écrits (Escritos). A partir de 1973 inicia-se a publicação de seus 26 seminários, sob o título Le Séminaire (O Seminário), sob a direção de seu genro, Jacques-Alain Miller.

Wundt foi influenciado por John Locke e empirismo britânico, em geral. Ele acreditava que o principal objectivo da psicologia foi estudar como as associações de sensações e idéias simples dão origem a idéias complexas. E para este estudo, eu entendi que era o instrumento adequado para a introspecção, um processo que requer o assunto (treinados para essa finalidade) para observar o que está acontecendo em sua própria consciência e ter em conta estas conclusões.

Estruturalismo gozavam de grande prestígio por quase trinta anos, porém, eventualmente, veio sob o ataque de múltiplos ângulos, eo momento em que Wundt foi um homem de idade, foi considerado ultrapassado e psicologia escolar. Seus outros livros foram Physiological Psychology (1880) e Esboço de psicologia (1896).

Pensamento

Sua primeira intervenção na psicanálise é para situar o Eu como instância de desconhecimento, de ilusão, de alienação, sede do narcisismo. É o momento do Estádio do Espelho, O Eu é situado no registro do Imaginário, juntamente com fenômenos como amor e ódio. É o lugar das identificações e das relações duais. Distingue-se do Sujeito do Inconsciente, instância simbólica. Lacan reafirma, então, a divisão do sujeito, pois o Inconsciente seria autônomo com relação ao Eu. E é no registro do Inconsciente que deveríamos situar a ação da psicanálise.

Psicanálise de Budapeste. No ano seguinte conheceu Freud e Karl Abraham, no Congresso Psicanalítico de Haia. Abraham convidou-a para trabalhar em Berlim. Em 1921, o marido se transferiu para a Suécia e Melanie permaneceu em Berlim com os filhos.

Esse registro é o do Simbólico, é o campo da linguagem, do significante. Lévi- Strauss afirmava que "os símbolos são mais reais que aquilo que simbolizam, o significante precede e determina o significado", no que é seguido por Lacan. Marca-se aqui a autonomia da função simbólica. Este é o Grande Outro que antecede o sujeito, que só se constitui através deste - "o inconsciente é o discurso do Outro", "o desejo é o desejo do Outro".

O campo de ação da psicanálise situa-se então na fala, onde o inconsciente se manifesta, através de atos falhos, esquecimentos, chistes e de relatos de sonhos, enfim, naqueles fenômenos que Lacan nomeia como "formações do inconsciente". A isto se refere o aforismo lacaniano "o inconsciente é estruturado como uma linguagem".

O Simbólico é o registro em que se marca a ligação do Desejo com a Lei e a Falta, através do Complexo de Castração, operador do Complexo de Édipo. Para Lacan, "a lei e o desejo recalcado são uma só e a mesma coisa". Lacan pensa a lei a partir de Lévi-Strauss, ou seja, da interdição do incesto que possibilita a circulação do maior dos bens simbólicos, as mulheres. O desejo é uma falta-a-ser metaforizada na interdição edipiana, a falta possibilitando a deriva do desejo, desejo enquanto metonímia. Lacan articula neste processo dois grandes conceitos, o Nome-do-Pai e o Falo. Para operar com este campo, cria seus Matemas.

É na década de 1970 que Lacan dará cada vez mais prioridade ao registro do Real. Em sua tópica de três registros, Real, Simbólico e Imaginário, RSI, ao Real cabe aquilo que resiste a simbolização, "o real é o impossível", "não cessa de não se inscrever". Seu pensamento sobre o Real deriva primeiramente de três fontes: a ciência do real, de Meyerson, da Heterologia, de Bataille, e dos conceitos de realidade psíquica e de pulsão, de Freud. O Real toca naquilo que no sujeito é o "improdutivo", resto inassimilável, sua "parte maldita", o gozo, já que é "aquilo que não serve para nada". Na tentativa de fazer a psicanálise operar com este registro, Lacan envereda pela Topologia, pelo Nó Borromeano, revalorizando a escrita, constrói uma Lógica da Sexuação ("não há relação sexual", "A Mulher não existe"). Se grande parte de sua obra foi marcada pelo signo de um retorno a Freud, Lacan considera o Real, junto com o Objeto a ("objeto ausente"), suas criações.

No Brasil, um dos principais pioneiros da psicanálise lacaniana é MD Magno,fundador do Colégio Freudiano do Rio de Janeiro, em 1975, bem como Célio Garcia, um dos primeiros a introduzir o pensamento de Lacan na Universidade, em Minas Gerais. O trabalho de Lacan exerce forte influência nos rumos do tratamento psíquico, inclusive na definição de políticas de saúde mental, especialmente no Brasil.



Cronologia



1901: Nasce em Paris, no dia 13 de abril, Jacques-Marie Émile Lacan, primeiro filho de uma próspera família católica.

1907: Nascimento de seu irmão, Marc-Marie, que mais tarde entrará para a ordem dos beneditinos como o nome de Marc-François.

1919: Matricula-se na faculdade de medicina. Paralelamente estuda literatura e filosofia, aproximando-se dos surrealistas.

1928: Trabalha como interno da Enfermaria Especial para alienados da Chefatura de Polícia, dirigida por Gaëtan Gatian Clérambault, que mais tarde reconhecerá como seu único mestre na psiquiatria.

1931: Após examinar Marguerite Pantaine, que havia tentado assassinar a atriz Huguette Duflos, escreve sobre o episódio (conhecido como "Caso Aimée") uma monografia que está na gênese de sua tese de doutorado.

1932: Inicia sua análise com Rudolf Loewenstein. Defende a sua tese de doutorado, Da psicose paranóica em suas relações com a personalidade.

1934: Casa-se com Marie-Louise Blondin, com quem terá três filhos. Caroline (1937), Thibault (1939) e Sybille (1940).

1936: Sua comunicação sobre o estádio do espelho, durante congresso da Associação Internacional de Psicanálise (IPA) em Marienbad, é interrompida no meio por Ernest Jones, discípulo e biógrafo de Freud.

1938: Inicia relações com Sylvia Bataille, ex-mulher do escritor e filósofo Georges Bataille. Torna-se membro da Sociedade Psicanalítica de Paris (SPP).

1941: Separa-se de Marie-Louise. Nasce Judith Sophie, filha de Lacan com Sylvia.

1951: Sua técnica de sessões curtas gera controvérsias na SPP. Dá início aos Seminários, uma série de apresentações orais que constituirão o núcleo de seu trabalho teórico.

1953: Em meio à crise na SPP, faz conferências fundamentais como "O mito individual do neurótico" (em que utiliza pela primeira vez a expressão Nome do Pai), "O real, o simbólico e o imaginário" (que coloca suas teorias sob o signo do "retorno a Freud") e "Função e campo da palavra e da linguagem em psicanálise" (pronunciada em Roma). Deixa a SPP junto com Daniel Lagache, Françoise Dolto e outros 40 analistas. Funda a Sociedade Francesa de Psicanálise (SFP) . Realiza o seminário Os escritos técnicos de Freud, primeiro a ser registrado por estenotipista, possibilitando posterior publicação.

1963: A IPA admite a filiação da SFP.

1964: Lacan funda a Escola Freudiana de Paris (EFP) com antigos alunos como Françoise Dolto, Maud e Octave Mannoni, Serge Leclaire, Moustapha Safouan e François Perrier.

1966: Publicação de Escritos e criação da coleção Campo Freudiano, dirigida por Lacan.

1967: Propõe a criação do "passe", dispositivo regulador da formação do analista.

1968: Lançamento da revista Scilicet, do Campo Freudiano.

1973: Publicação da transcrição do Seminário XI, Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise, realizado em 1964. A partir daí, os seminários passam a ser editados segundo esse procedimento. Caroline morre num acidente de automóvel.

1975: Lançamento de Ornicar?, boletim do Campo Freudiano.

1980: Anuncia a dissolução da EFP e funda em outubro a Escola da Causa Freudiana.

1981: Morre em Paris no dia 09 de setembro.



O Seminário

Seminário 1 - “Os escritos técnicos de Freud” (1953-54)
Seminário 2 - “O eu na teoria de Freud e na técnica da psicanálise” (1954-55)
Seminário 3 - “As psicoses” (1955-56)
Seminário 4 - “A relação de objeto” (1956-57)
Seminário 5 - “As formações do inconsciente” (1957-58)
Seminário 6 - “Les désir et son interprétation” (1958-59)
Seminário 7 - “A ética da psicanálise” (1959-60)
Seminário 8 - “A transferência” (1960-61)
Seminário 9 - “L’identification” (1961-62)
Seminário 10 - “A Angústia” (1962-63)
Seminário 11 - “Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise” (1963-64)
Seminário 12 - “Problèmes cruciaux pour la psychanalyse” (1964-65)
Seminário 13 - “L’objet de la psychanalyse” (1965-66)
Seminário 14 - “La logique du fantasme” (1966-67)
Seminário 15 - “L’acte psychanalytique” (1967-68)
Seminário 16 - “De um Outro ao outro” (1968-69)
Seminário 17 - “O avesso da psicanálise” (1969-70)
Seminário 18 - “D’un discours qui ne serait pás du semblant” (1970-71)
Seminário 19 - “...Ou pire” (1971-72)
Seminário 20 - “Mais, ainda” (1972-73)
Seminário 21 - “Les non-dupes errent” (1973-74)
Seminário 22 - “R.S.I.” (1974-75)
Seminário 23 - “O Sinthoma” (1975-76)
Seminário 24 - “L’insu que sait de l’une bévue s’aile à mourre” (1976-77)
Seminário 25 - “Le moment de conclure” (1977-78)
Seminário 26 - “La topologie et le temps” (1978-79)

Bibliografia
LACAN, Jacques Tese

Da psicose paranóica em suas relações com a Personalidade. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 1987 Seminários publicados

O Seminário – Livro 1 – Os Escritos Técnicos de Freud. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1979

O Seminário – Livro 2 - O Eu na Teoria de Freud e na Técnica da Psicanálise. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1985.

O Seminário – Livro 3 - As Psicoses, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Edit. 1985.

O Seminário – Livro 4 - A Relação de Objeto. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1995.

O Seminário – Livro 5 - As formações do inconsciente, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Edit. 1999

O Seminário – Livro 7 - A ética da psicanálise, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Edit. 1991.

O Seminário – Livro 8 - A transferência, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Edit. 1992.

O Seminário - Livro 10 - A Angústia ,Rio de Janeiro, Jorge Zahar Edit., 2005

O Seminário – Livro 11 - Os Quatro Conceitos Fundamentais da Psicanálise, São Paulo, Jorge Zahar Editor, 1979.

O Seminário - Livro 16 - De um Outro ao outro, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Edit., 2008.

O Seminário – Livro 17 - O Avesso da Psicanálise, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1992.

O Seminário - Livro 18 - De um discurso que não fosse semblante, Jorge Zahar Edit., 2009.

O Seminário – Livro 20 - Mais, Ainda. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editores, 1982.

O Seminário - Livro 23 - O sinthoma. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editores, 2007 Coletâneas, Conferências, Aulas de Seminários, Artigos

Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998. 937 p.

* Abertura desta coletânea
* O seminário sobre "A carta roubada"
* De nossos antecedentes
* Para-além do "Princípio de realidade"
* O estádio do espelho como formador da função do eu
* A agressividade em psicanálise
* Introdução teórica às funções da psicanálise em criminologia
* Formulações sobre a causalidade psíquica
* O tempo lógico e a asserção de certeza antecipada
* Intervenção sobre a transferência
* Do sujeito enfim em questão
* Função e campo da fala e da linguagem em psicanálise
* Variantes do tratamento-padrão
* De um desígnio
* Introdução ao comentário de Jean Hyppolite sobre a " Verneinung" de Freud
* Resposta ao comentário de Jean Hyppolite sobre a " Verneinung" de Freud
* A coisa freudiana
* A psicanálise e seu ensino
* Situação da psicanálise e formação do psicanalista em 1956
* A instância da letra no inconsciente ou a razão desde Freud
* De uma quesiao preliminar a todo tratamento possível da psicose
* A direção do tratamento e os princípios de seu poder
* Observação sobre o relatório de Daniel Lagache: "Psicanálise e estrutura da personalidade"
* A significação do falo
* À memória de Ernest Jones: Sobre sua teoria do simbolismo
* De um silabário a posteriori
* Diretrizes para um Congresso sobre a sexualidade feminina
* Juventude de Gide ou a letra e o desejo
* Kant com Sade
* Subversão do sujeito e dialética do desejo no inconsciente freudiano
* Posição do inconsciente
* Do "Trieb" de Freud e do desejo do psicanalista
* A ciência e a verdade
* Comentário falado sobre a "Verneinung" de Freud, por Jean Hyppolite
* A Metáfora do Sujeito

Outros Escritos". Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2003

* Lituraterra
* Os complexos familiares na formação do indivíduo
* O número treze e a forma lógica da suspeita
* A psiquiatria inglesa e a guerra
* Premissas a todo desenvolvimento possível da criminologia
* Inervenção no I Congresso Mundial de Psiquiatria
* Discurso de Roma
* A psicanálise verdadeira, e a falsa
* Maurice Merleau-Ponty
* os quatro conceitos fundamentais da psicanálise
* Homenagem a Marguerite Duras pelo arrebatamento de Lol V. Stein
* Problemas cruciais para a psicanálise
* Respostas a estudantes de filosofia


* Apresentação das Memórias de um doente dos nervos
* O objeto da psicanálise
* Pequeno discurso no ORTF
* Ato de fundação
* Proposição de 9 de outubro de 1967 sobre o psicanalista da Escola
* Discurso na Escola Freudiana de Paris
* Introdução de Scilicet no título da revista da Escola Freudiana de Paris
* Pronunciamento da Escola
* Alocução sobre o ensino
* Nota italiana
* Talvez em Vincennes
* Carta de dissolução
* A lógica d fantasia
* O engano do sujeito suposto saber
* A psicanálise. Razão de um fracasso
* Da psicanálise em suas relações com a realidade
* Alocução sobre as psicoses da criança
* Nota sobre a criança
* O ato psicanalítico
* Prefácio à edição dos Escritos em livro de bolso
* Prefácio a uma tese
* Radiofonia
* O aturdito
* Aviso ao leitor japonês
* Prefácio ao Seminário 11
* Televisão
* ... ou pior
* Introdução à edição alemã de um primeiro volume dos Escritos
* Prefácio a O despertar da primavera
* Joyce, o Sintoma
* Prefácio à edição inglesa do Seminário 11

Escritos. São Paulo, Perspectiva, 1978 (versão parcial)

Shakespeare, Duras, Wedekind, Joyce. Lisboa: Assírio & Alvim, 1989. "Hamlet por Lacan" ; "Homenagem a Marguerite Duras", ; "O despertar da primavera" (1974), ; "Joyce o sintoma",

Meu Ensino. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2006 • Conferências: "Lugar, origem e fim do meu ensino", "Meu ensino, sua natureza e seus fins", "Então, vocês terão escutado Lacan"

Nomes-do-Pai - Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2005.Conferências:"O simbólico, o imaginário e o real" e "Introdução aos Nomes-do-Pai"

O Triunfo da Religião - Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2005

O mito individual do neurótico - Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2008

Televisão, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1993

Hamlet, por Lacan, Campinas, São.Paulo, Escuta Editora / Liubliú Livraria Editora / UNICAMP, 1986

Os complexos familiares na formação do indivíduo: ensaio de análise de uma função em psicologia. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1997

A querela dos diagnósticos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1989, Artigo: "A Psiquiatria Inglesa e a Guerra"



Referências
Obras de caráter introdutório

Meu Ensino - Jacques Lacan, Jorge Zahar Editor

Lacan - Gérard Miller, (org.),Jorge Zahar Editor

Lacan - Alain Vanier, Estação Liberdade

Percurso de Lacan, uma introdução - Jacques-Alain Miller, Jorge Zahar Editor

Lacan,O Grande Freudiano - de Marco A. Coutinho Jorge e Nadiá P. Ferreira, Jorge Zahar Editor

Cinco lições sobre a teoria de Jacques Lacan - J.-D. Nasio, Jorge Zahar Editor

A negação da falta, 5 seminários sobre Lacan para analistas kleinianos - Marcio Peter de Souza Leite, Relume-Dumará

Jacques Lacan, uma biografia intelectual - Oscar Cesaroto e Marcio Peter de Souza Leite, Iluminuras

O que é psicanálise – 2ª visão - Márcio Peter de Souza Leite e Oscar Cesarotto - Editora Brasiliense

14 Conferências sobre Jacques Lacan. Editora Escuta - Marcio Peter de Souza Leite - Ed Escuta

Psicanalise Lacaniana - Marcio Peter de Souza Leite, Ed Iluminuras

Introdução à leitura de Lacan - Oscar Masotta, Papirus

Lacan, a trajetória de seu ensino - Marcelle Marini, Artes Médicas

Revista Viver Mente&Cérebro - Edição Especial, Coleção Memórias da psicanálise, nº 4.

Estudos Especificos

Galvão Jr., J.C. Sobre a "exceção humana" – Carta a Lacan, Jung, Schmitt... São Paulo: Liber Ars, 2012.

O Deus Odioso e o Diabo Amoroso - Psicanálise e representação do mal. Marcio Peter de Souza Leite - Ed Escuta

Perez, D. O. O Sexo e a lei Kant e a ética do desejo em Lacan. Revista AdVerbum 4 (2) Ago a Dez de 2009: pp. 104-112. http://www.psicanaliseefilosofia.com.br/adverbum/Vol4_2/04_02_05sexo_lei_kantlacan.pdf

Perez, D. O. El cuerpo y la ley: de la idea de humanidad kantiana a la ética del deseo en Lacan.Rev. Filos., Aurora, Curitiba, v. 21, n. 29, p. 481-501, jul./dez. 2009. http://www2.pucpr.br/reol/index.php/RF?dd1=3446&dd99=view

Iannini, G. Estilo e verdade em Jacques Lacan, Autêntica editora

Lacan aplicado a Lacan - Marcio Peter de Souza Leite - http://www.marciopeter.com.br/psilacan.html



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